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Sensor de rotação: descubra o que acontece se estiver com defeito

sensor de rotacao
Publicado em 
03
 de 
July
de
2023
Tempo de leitura 
4
 minutos

Quando decidimos ter um carro, é preciso que busquemos o máximo de informações não apenas sobre as leis que regem a utilização de um veículo, mas sobre os elementos que o compõem.

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O carro é um "ser" complexo, com minúcias que precisam ser conhecidas pelo motorista. Não é necessário, é claro, que ele saiba fazer o conserto de uma série de dispositivos, já que esse é o trabalho do mecânico. 

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Em tempo: não recomendamos que nenhum motorista faça o trabalho de um profissional. Sob o argumento de que é possível economizar dinheiro, muitas pessoas visitam tutoriais na internet para fazer a troca de peças ou para “diagnosticar” problemas em seus automóveis.

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Em alguns casos, é verdade, pode haver alguma espécie de “sorte de principiante” e o carro pode, depois do conserto um pouco improvisado, voltar a funcionar. Isso não significa, porém, que os resultados serão mantidos por muito tempo ou que é seguro que o veículo volte a trafegar.

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Não podemos colocar em risco a nossa integridade física, tampouco a do outro. Por isso, sugerimos a todos que, ao identificarem qualquer circunstância problemática no carro, busquem o apoio de uma oficina.

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Isso é mais interessante, obviamente, para quem possui um seguro com ampla cobertura e que busque facilitar o encontro de motoristas com mecânicos especializados. Se não é o seu caso ainda, saiba que a Justos é uma ótima opção para você.

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Antes de falarmos sobre isso, porém, convém nos debruçarmos um pouco mais sobre o assunto principal deste artigo: o sensor de rotação. 

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Nos próximos parágrafos, fornecemos informações relevantes sobre o seu funcionamento e, além disso, explicaremos quais são os problemas mais comuns a afetarem essa peça. 

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No final do texto, trataremos as dúvidas mais frequentes. Confira.

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O que é o sensor de rotação?

O sensor de rotação é um dos itens primordiais do sistema de injeção eletrônica dos veículos. Ele é responsável pela medição da velocidade de rotação do motor do carro em RPM (rotações por minuto) e está localizado ao lado do virabrequim ou próximo do bloco do motor.

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De forma bem simplificada, esse sensor calcula o tempo certo de funcionamento da injeção eletrônica e é tão importante que, quando dá problema, pode fazer com que o carro inteiro pare de funcionar.

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Esse é um dos motivos, aliás, pelos quais falamos frequentemente sobre a importância de manter-se atento aos sinais do carro e em dia com as suas manutenções obrigatórias. 

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Quando tomamos esse cuidado, diminuímos a chance de sermos surpreendidos por consertos de última hora - os quais, convém dizer, tendem a ser bem mais caros do que as manutenções preventivas!

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Manutenções preventivas

Como explicamos melhor neste artigo, a manutenção ou revisão preventiva tem o objetivo de prevenir o aparecimento de falhas nas partes que compõem o veículo.

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Durante essa avaliação, pode ser necessário fazer a troca de peças específicas, realizar a calibragem, o balanceamento ou o alinhamento dos pneus, etc.

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A manutenção preventiva tem tempo variável. Em geral, costumamos obedecer ao que é postulado pelo fabricante do equipamento, em seu manual. Alterações abruptas no funcionamento do carro, porém, podem nos obrigar a fazer uma análise antes do tempo previsto.

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Como funciona o sensor de rotação?

O sensor de rotação é responsável pelo envio de informações relacionadas tanto à rotação quanto ao posicionamento do virabrequim para a unidade de comando eletrônico.

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Parece uma explicação complexa para quem não faz parte do mundo da mecânica, mas em resumo: o sensor de rotação realiza o cálculo correto para que a injeção eletrônica possa funcionar.

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A injeção eletrônica, vale salientar, foi criada para substituir os carburadores, diminuindo os gases poluentes emitidos pelo carro e, ao mesmo tempo, melhorando o desempenho do veículo.

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Qual é a função de um sensor de rotação?

Como mencionamos há pouco, o sensor de rotação é responsável pela realização dos cálculos que permitirão que a injeção eletrônica funcione da maneira desejada.

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Qual a diferença entre sensor de rotação e sensor de velocidade?

O sensor de velocidade é geralmente encontrado no câmbio do carro. Ele funciona por meio da emissão de ondas, as quais dialogam com a velocidade do veículo - se ele está em baixa velocidade, o sensor produz um sinal de baixa frequência; se ele está em alta velocidade, porém, a frequência aumenta.

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Além disso, o sensor de velocidade está relacionado ao funcionamento do sistema de corte de combustível, popularmente conhecido como cut off - o qual compõe o sistema eletrônico de gerenciamento de combustível em motores que praticam a combustão interna.

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O sensor de velocidade, que chamamos também de VSS, envia um sinal à unidade de comando e informa a velocidade do carro à injeção eletrônica.

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O sensor de rotação, como dissemos há pouco, está relacionado ao processo que permite o funcionamento adequado da injeção eletrônica. Ele, portanto, não possui relação com a velocidade do veículo.

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O que acontece quando o sensor de rotação está com defeito?

Há alguns veículos que sequer funcionam quando há um problema no sensor de rotação - e isso já deveria nos deixar preocupados.

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Quando eles funcionam, porém, ainda há a possibilidade de que não entreguem ao motorista toda a performance desejada.

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Em geral, problemas neste sensor implicam em:

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Motor fora de ponto

Você já deve ter ouvido essa expressão. Você sabe, porém, o que ela significa?

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Quando dizemos que o motor está "fora do ponto", nos referimos ao ponto de ignição, que é o momento em que há o processo de inflamação entre ar e combustível dentro da câmara de combustão do motor.

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Isso pode gerar perda de potência do motor, produção de fumaça indesejada e ruídos atípicos.

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Sempre fique atento ao painel: ele geralmente avisa quando há algum problema por meio da luz de ignição. Quando ela está acesa, isso pode significar que o sensor de rotação está com defeito.

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Perda de potência

Falhas no sensor podem fazer com que a unidade de controle do automóvel não seja capaz de receber informações sobre o funcionamento e a velocidade do motor - o que, por sua vez, pode implicar em uma perda de potência.

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Dificuldade em dar partida no motor

Boa parte dos veículos sequer funciona quando há um problema no sensor de rotação. Os que conseguem ser ligados, em algumas situações, tendem a demorar bastante para “pegar no tranco”.

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Mas cuidado: se o carro está com dificuldade para dar a partida e tem apresentado estalos, vale a pena fazer outra investigação, pois pode haver um problema na chave magnética.

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Outras alterações no "organismo" do veículo também podem tornar mais difícil o processo de dar a partida no carro. A dica, como sempre, é buscar o apoio de um especialista e jamais "deixar para lá".

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Às vezes, postergamos um conserto simples e acabamos tendo que lidar com manutenções muito mais longas e caras.

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Falha na memória

Quando o sensor apresenta algum tipo de problema, ele "imprime" na memória do componente um código de falha - o qual pode ser recuperado e identificado posteriormente.

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Problema no sensor de velocidade da roda (ABS)

Pode haver, além disso, alterações no sensor de velocidade da roda, o chamado freio ABS. Nesse caso, pode haver mais dificuldade no processo de frenagem, o que causa impedimentos na segurança da condução.

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Quanto custa a troca do sensor de rotação?

A troca do sensor de rotação pode ser sugerida por um especialista após a verificação dos sistemas do carro e do funcionamento geral do mesmo. O indicado é que o condutor faça a troca por uma peça nova, de boa qualidade, oriunda de um fabricante de sua confiança.

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Peças de segunda mão ou já utilizadas tendem a ter vida mais curta, além de poderem prejudicar o funcionamento adequado do seu veículo. Sempre será mais interessante fazer um investimento do que contar com a sorte.

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O sensor de rotação tem preços que variam de oitenta a cento e vinte reais. Tudo depende, claro, da cidade onde eles são vendidos, da qualidade do produto, etc. Na dúvida, pergunte a um especialista de sua confiança - e peça, por fim, para que ele faça a troca do sensor por outro. O preço da mão de obra é bastante variável.

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Principais dúvidas sobre um sensor de rotação

Primeiro, entre em contato com um especialista de confiança e peça para que ele avalie o seu automóvel. Caso ele não esteja ligando, pode ser necessário que você busque ajuda para levar o veículo até um espaço especializado ou que receba o mecânico na sua casa.

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Existem alguns testes que podem ser feitos para avaliar como está o sensor de rotação. Falaremos mais sobre eles a seguir.

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Como identificar problemas no sensor de rotação?

O mecânico pode conduzir alguns testes, como:

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  • Teste de tensão de resistência elétrica com multímetro: com o multímetro, pode-se avaliar a tensão da corrente alternada enviada pelo sensor ou a resistência elétrica do indutor (bobina);
  • Teste de tensão de corrente alternada com multímetro: também feito com o multímetro, ele implica em conectar as pontas do dispositivo aos terminais do sensor de rotação. Dessa maneira, verificamos se o sensor consegue enviar qualquer tipo de sinal;
  • Teste com um osciloscópio: esse dispositivo é capaz de avaliar características do sinal do sensor, do seu circuito e da roda fônica. Ele permite que haja mais compreensão do estado do equipamento e dá resultados mais esclarecedores.

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Como arrumar os problemas no sensor de rotação?

Muitas vezes, problemas no sensor de rotação podem sugerir que a melhor opção é fazer a troca da peça - o que pode gerar algum investimento financeiro, como já comentamos.

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Antes disso, é natural que o mecânico verifique se existe algo que possa estar interferindo no bom funcionamento do sensor ou das partes que se conectam a ele. Para tal, será necessário uma avaliação minuciosa.

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Às vezes, o mau contato em algumas das partes que compõem a central de injeção pode ser a causadora de interferências no sensor, por exemplo.

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Há ainda a possibilidade de que o setor de rotação esteja sujo. Nesse caso, bastará ao mecânico que faça a limpeza correta da peça.

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Carro acelerando sozinho é problema no sensor de rotação?

Existem alguns fatores que podem causar esse tipo de situação.

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A folga no virabrequim é um fator comum, por exemplo. Nesse caso, quando pisamos na embreagem, o sensor de rotação interpreta que o motor está atrasado ou adiantado e, então, manda informações incorretas ao atuador de marcha lenta.

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O motor fora de ponto, circunstância sobre a qual já falamos brevemente por aqui, também pode fazer com que o carro acelere sozinho.

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Questões elétricas, ligadas a defeitos do sistema mecânico, ou mesmo entradas de ar "a mais" também podem gerar esse desconforto - que, aliás, também pode ser muito perigoso.

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Imagine o carro acelerar sozinho quando você está parado no farol e há um grupo de pessoas atravessando? Geralmente, é possível fazer algo sobre isso, mas, de novo, jamais podemos contar com a sorte quando falamos sobre veículos, segurança e o bem-estar de terceiros.

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Por isso, ao identificar que há qualquer coisa atípica no funcionamento do seu carro, entre em contato com um especialista.

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Sensor de fase e sensor de rotação são a mesma coisa?

O sensor de fase deve informar ao Módulo de Controle Powertrain (PCM) o posicionamento do eixo do comando de válvulas. Munido dessas informações, o PCM fará uma análise e, então, uma comparação com os sinais emitidos pelo sensor de rotação.

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Os sensores do módulo de controle Powertrain são fundamentais para que ocorra a ignição e a injeção sequencial do motor.

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Esperamos que a leitura deste artigo tenha fornecido informações relevantes sobre o funcionamento do sensor de rotação!

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